“a dama branca que eu encontrei,
faz tantos anos,
na minha vida sem lei nem rei,
sorriu-me em todos os desenganos”

(…)

“era desejo? - credo! de tĂ­sicos?
por histeria… quem sabe lá?…
a dama tinha caprichos fĂ­sicos:
era uma estranha vulgĂ­vaga”

poemas religiosos e alguns libertinos, p.70