“quem navega com a cabeça para fora d’água nada sabe. é preciso mergulhar, penetrar fundo nas águas. (…) nós, humanos, só conhecemos os rios na superfície. (…) nas funduras os rios são escuros e tranqüilos como os sofrimentos dos homens. essa eu não sabia, que os sofrimentos são escuros e tranqüilos.”

sobre o tempo e a eternaidade, p.12