lari, li seu texto.

e sabe, não tenho uma opinião formada sobre isso. eu sei o que agora parece ser certo para mim, mas que talvez não seja para sempre. eu acho que a gente tem que se jogar para as experiências que o nosso coração acha que é certo e buscar borboletas. talvez daqui há algum tempo isso pareça um ato desesperado. mas a única coisa que importa é seguir o coração. e calejar e amolecer e machucar e depois, com soprinhos, cicatrizar com abraços quentes e lábios macios de quem sempre vai te trazer confortos. mesmo em uma quarta-feira caótica.

o grande problema são as pessoas. falta poesia nas suavidades dos gestos e sentimentos. as relações de hoje são ilhas egoístas que praticam a corrida das línguas.

mas eu não tenho medo de cair com pessoas-poetas: faço das cicatrizes, estrelas.