às vezes, ela canta quando fala. tem um gosto musical um tanto duvidoso. tem também um gato que apanha dos outros gatos da rua e uma parte dos meus sentimentos que levou quando era 26 de setembro e tocavam umas musiquinhas tristenstrumentais de fundo e o alto falante avisava que era a última chamada para o seu ônibus.

eu quero estar perto de você. somos planos para o futuro em 16 por 20. mas que cheguem logo! esses dias que passaram foram frios e chuvosos, agora, voaram. encoberto de nuvens e cobertorezinhos de merda.

tomara que não chova. depois de amanhã serão estrelas e smokisses e um monte de gírias e piadas internas que talvez ninguém entenda, sei lá, talvez nem sejam importantes assim para as pessoas do mundo exterior: são reações químicas que eu matei aula no colégio.

ela é feita de pequenos pedaços de esperança em vozes macias nesse meu cotidiano caótico cantarolando eu te amos. não percebia, mas isso me fazia falta. e pra caralho.